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Memorial da Resistência disponibiliza para download Catálogo sobre Yona Friedman

Conteúdo digital e gratuito apresenta imagens, obras e textos sobre o legado do arquiteto franco-húngaro Yona Friedman, em cartaz no Memorial

Sinopse de divugação:

Já está no ar a publicação digital da exposição Yona Friedman: Democracia!

Realizada em versões tanto em português quanto em inglês, a publicação apresenta textos e imagens das obras de Yona Friedman (1923-2020) apresentados na mostra, bem como fotos do espaço expositivo.

Ali estão reunidos trabalhos como as capas dos manuais produzidos pelo arquiteto junto ao seu Centro de Comunicação de Conhecimento Científico para a Autossuficiência, fotocolagens de seu ambicioso projeto Cidade Espacial e registros de projetos culturais como o Museu de Rua e o Museu sem Parede. A publicação conta ainda com um texto inédito escrito por Marianne Polansky-Friedman, filha de Yona, sobre sua trajetória de resistência ao longo da vida.

Para fazer o download gratuito do catálogo, acesse aqui (versão em português) ou aqui (versão em inglês).

Conheça o Memorial da Resistência

Antes de tudo o edifício que hoje abriga a Estação Pinacoteca e o Memorial da Resistência retrata passagens importantes da nossa história.

De antenão com a extinção do Deops-SP foi ocupado pela Delegacia de Defesa do Consumidor (Decon).

Em 1997, a gestão foi transferida da Secretaria de Justiça para a Secretaria da Cultura e, em 1999, o edifício foi antes de tudo, tombado como bem cultural.

Entre 1914 e 1938, o prédio, projetado pelo arquiteto Ramos de Azevedo, abrigou os escritórios e armazéns da Companhia Estrada de Ferro Sorocabana.

Após reformas, sediou delegacias vinculadas ao Departamento Estadual de Ordem Política e Social de São Paulo (Deops-SP), entre 1940 e 1983. 

Após 3 anos de restauração, foi inaugurado em 2002 o Memorial da Liberdade que apresentou ao público as antigas celas do Deops-SP.

Em 2004, a APAC assumiu a gestão do prédio e instalou a Estação Pinacoteca, com exposições, a Biblioteca Walter Wey, o Centro de Documentação e Memória, e o Auditório Vitae.

A partir de 2006 o Fórum Permanente de ex-Presos e Perseguidos Políticos do Estado de São Paulo se mobilizou e propôs ao poder público a mudança do nome, uma vez que Liberdade não era um adequado para um lugar em que tantas pessoas sofreram e morreram.

Em 1º de maio de 2008, começou um novo projeto para o espaço e, em 24 de janeiro de 2009, o Memorial da Resistência é relançado ratificando seu compromisso com a ampla compreensão da memória e da história política do Brasil.

Texto e fonte: Memorial da Resistência

Juliana Rangel

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