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Plano de aula – Museu Homem do Nordeste

Temática: Escrevidão no Brasil

FORMAÇÃO DO PROFSSIONAL: História

MUSEU: Museu Homem do Nordeste, localizado em Recife PE.

NOME DO PLANO: Os Africanos no Brasil.

SÉRIE: Ensino médio.

RECURSOS NECESSÁRIOS: Data show, notebook, caderno, caneta.

DURAÇÃO: cinco aulas, primeiro momento conhecer o museu, segundo momento debate em sala.

OBJETIVOS: Compreender a presença do negro no Brasil, bem como a sua importância para a formação da sociedade Brasileira; Identificar as várias formas de trabalhos desenvolvidos pelos escravos em diferentes regiões e de acordo com os empreendimentos ou necessidades dos seus senhores; Comparar o cotidiano dos escravizados com o cotidiano da população negra na atualidade;

DESENVOLVIMENTO: Em um documentário disponível no youtube, intitulado conhecendo museus, episódio: Museu Homem do Nordeste, nos mostram dentre várias riquezas culturais, objetos que representam um período marcante da nossa História, “A escravidão”, os/as organizadores/as relatam que constituem um desafio tratar o assunto da escravidão nos museus. Podemos observar vários objetos da época da civilização açucareira que remontam a História de quando o Brasil, principalmente o nordeste produziam o açúcar bruto e seus derivados com base na servidão. Percebemos que foi colocado um tronco objeto usado para castigar os escravos e em frente a ele colocaram elementos que falam sobre a resistência; faz um discurso paralelo entre os períodos escravidão e pós-escravidão como exemplo uma bacia de barbear que os negros usavam para fazer barbas e cabelos dos passantes, o dinheiro arrecadado ficava com o senhor de escravos, pós-escravidão a exemplificação uma máquina de amolar tesoura e facas de um ambulante que vivia nas redondezas do museu oferecendo o serviço, as peças foram colocadas juntos para proporcionar uma reflexão sobre até que ponto acabou a servidão, até que ponto a população negra ficou jogada a própria sorte. Os objetos guardados representam a memória de todos que trabalharam neles, e serve para estimular naqueles que estão vivos a gratidão por aqueles que estão mortos, é uma forma modesta de retribuir aos grupos de Africanos que vieram contrariados para o Brasil, porém ajudaram a construir a nacionalidade Brasileira.

 Esse material é acessível e possibilita que os estudantes conheçam toda a História através das observações dos objetos expostos no museu, e da explicação dos mediadores. Não é necessário deslocar-se da escola, pois esse material está disponível para acesso por meio digital. Terminado esse momento é hora de iniciar o debate com a turma, referente ao tema, o professor explica minuciosamente para reforçar as ideias inicialmente abordadas pelo Museu, ressaltando porque devemos reconhecer a presença dos negros, bem como a importância para a nossa sociedade, em seguida pede-se que os estudantes exponham suas opiniões sobre a temática abordada, após as observações e reflexões espera-se que sejam capazes de desenvolverem suas análises sobre o modo de vida dos negros na condição de escravizados, fazendo uma comparação com a maneira de viver da população negra na sociedade atualmente, através de um texto dissertativo.

Referências:

Museu Homem do Nordeste, material disponível em:

Foto de capa: visit.recife

Cicera Luziana Morais Pinheiro

Possui graduação em História pela Universidade Regional do Cariri (2017). Atualmente cursa as especializações de Direito Administrativo e Gestão Pública pela Universidade Regional do Cariri (URCA) e História e Cultura Afro-brasileira pela Faculdade Venda Nova do Imigrante (FAVENI). Tem experiência na área de História, atuando principalmente nos seguintes temas: história, cultura e gênero na missa do vaqueiro no município Serrita/PE.

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