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INUMERÁVEIS homenagem ás vitimas da Covid-19

Dança em homenagem ás vítimas da Covid- 19

Vitimas da Covid-19 são homenageadas de antemão pela Dança em silêncio, como expressão singular , baseado no poema de Bráulio Bessa.

Incômodos em ver estes números na tv subindo e, como amenizar as dores por ver tantas pessoas indo embora? a dor, a impotência e ainda mais esse desgoverno. Em outras palavras, isolamento e notícias que nos abalam constantemente sobre as vitimas da Covid-19, familiares, amigos, professores e tantas outras.

Nesse sentido, resolvi dançar, por exemplo, esta poesia para amenizar a dor,  na sala, no quarto, no quintal ou no estacionamento, seja como for o corpo não é mais igual antes da pandemia, como os dramas de muitas famílias, para homenagear ás vitimas da Covid-19 .

Além disso, sob a ótica do fotógrafo Cris Elias através das edições das cores e das formas.

Ato I – Capa

Olhando para os números frios me inspirei no

Estacionamento vazio e nele permaneci, trago movimentos 

por que números frios não tocam, acalanto e corações partidos de todos que sofrem.
Uma poesia para dançar alimentando da arte que nos SALVA.

Ato II – Capa

POEMA – Para Vitimas da Covid-19


      INUMERÁVEIS 

“SE NÚMEROS FRIOS 

NÃO TOCAM A GENTE,

ESPERO QUE NOMES POSSAM TOCAR”…

 INUMERÁVEIS é um poema de Bráulio Bessa homenagem ás vitimas da covid-19.            

                   

Ato III – Cap

Ficha Técnica:

Concepção, criação, coreografia: Clayton Brasil

Poema: Bráulio Bessa

Foto e câmera: Cris Elias

Edição: Wet Pleasures Productions

Espaço: Uma Garagem  

Ato IV – Capa

CONHEÇA O ARTISTA:

Clayton Brasil – DRT: 0053544/SP – Educador Físico, Especialista em dança pela FMU,
Bailarino pesquisador intérprete e diretor de Cena.


Antes de mais nada, trago o corpo como forma de expressão, ainda assim nele habitam íntegros sentimentos.
Por outro lado, não adianta falar em corpo e dança sem falar na expressividade e sensibilidade, que é sem dúvida o motivo desta performance chamada INUMERÁVEIS.

Como resultado, este corpo hoje sofre com apandemia /isolamento, portanto não só o corpo, a mente e a sociedade sofrem com as perda.

Dividindo esta angústia com muitos dos que estão por perto, percebemos que não
somos nada, logo não acreditamos, como resultado não somos capazes de parar para refletir.

A quem diga que não, mas um descontentamento, um desgoverno que acelerou esta
angústia, uma pausa, a saliva desce seco, paro e sinto um vazio, um silêncio e uma dor.
Não perdi nenhum parente próximo, mas perdi amigos que dançavam, amigos que
trabalhavam, poetas, professores, e assim se foram.


Minha única saída é dançar e permanecer perto, sentir o pulsar do coração, a pele, o
calor e as lembranças que nos fazem Re-carregar forças para Re-sistir, pois meu corpo
resiste, meu corpo respira e vai dançar até a última gota de suor, até o último suspiro até
não mais conseguir levantar.


Juliana Rangel

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One Comment

  • Parabéns Clayton e envolvidxs! Um grande beijo do Muramor, mural das mulheres de Sagi RN ❤💙💚💛💜

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